Todos os dias somos confrontados com problemas que nos trazem angústia. Como resolver? Como encarar?
Esse texto é totalmente pessoal e é o modo particular com que encaro os problemas.
Basicamente temos dois tipos de problemas. Só dois!
Os problemas que dependem de uma ação sua pra serem resolvidos e os problemas que dependem dos outros pra serem resolvidos.
Os problemas que necessitam de você pra serem resolvidos devem ser resolvidos o mais rápido possível para não gerar angústia e os problemas que dependem dos outros não adianta preocupar-se.
Sei que não é fácil assim. Mas devem ser encarados dessa forma!
Muitos caem nesse blog por término do namoro e ficam me perguntando o que devem fazer em relação ao namoro que terminou.
Aconselho que sempre é bom ter uma última conversa amigável. Que expresse o que sente, pois a sua parte do problema você estará fazendo. A outra parte, a que depende da outra pessoa, não adianta preocupar-se.
Evidentemente, os problemas dos outros também irão te afetar, gerando do mesmo modo, angústia como se fossem seus próprios problemas. Contudo, é bom encarar da maneira citada acima para que não tenha remorso sobre problemas que não são seus e que não foram resolvidos.
Publicado por Persefone em 07/Jul/2009 às 9:44 am
Concordo. Fui uma dessas pessoas que acabaram por aqui por um amor não correspondido, uma tristeza e mágoa intensa que pareciam que iam me sufocar, estava perdida…só queria chorar pelos cantos….
Fiz minha parte do dever de casa, e com muito, imenso esforços e uma força que até não sabia que possuía e que causou-me uma surpresa agradável, dei a volta por cima e recuperei-me. Hoje, penso que os esforços abnegados de esquecer, ou ao menos se conformar com uma perda irremediável, só dependem da gente. Aliás, é óbvio, tudo depende de levantarmo-nos sozinhos com honra e convencimento no espírito.
Não, não é fácil, todavia, faz parte de nosso crescimento interior aceitar a perda e a dor que isso causou e seguir adiante. Não há fórmulas mágicas, quem dera, né?
Contudo, acredito que hoje sou melhor do que fui ontem. A gente se fortalece na dor que passou, e acredito nisso, tornamo-nos mais fortes. Não tenho ódio no coração, eu sempre gostarei dele e o respeitarei. Apenas, não deu certo. Simples assim, né?
Grande abraço a todos, e boa sorte.
Publicado por xoxonado em 08/Jul/2009 às 10:30 am
blog show….
Publicado por Lilith em 17/Jul/2009 às 4:59 pm
Olá, me deparei com este blog há uns minutos atrás quando digitei no goole: “Como esquecer alguém que amamos”…
Ao ler os intermináveis post de meninos e meninas que passaram pela situação do rompimento com a pessoa amada fico pensando que não sou a única no universo, nem a primeira muito menos a última mulher a ter uma decepção amorosa…
Já fazem quase quatro meses que tudo acabou, diferente de muitas pessoas que ganham ovinhos na páscoa neste ano eu ganhei um pé na bunda…
Fazendo um balanceamento da relação, que há dois anos era mantida a 450 km de distância mais ou menos, eu posso entender os motivos que a pessoa alegou… Tanto que ela fez questão de dizer que me ama nas tantas outras vezes que busquei manter contato via msn e email. Porém, em um dos tantos momentos de desespero e irracionalidade as quais estamos sujeitos a passar quando perdemos alguém muito importante, eu achei este blog…
Achei incrível a maneira como você problematiza o tema, que acaba proporcionando ao leitor uma espécie de terapia em grupo sem distinção de sexo…
Legal mesmo, espero continuar podendo comentar aqui sobre as venturas e desventuras desta vida, afinal meus caros, quem está na chuva é para se molhar, quem não quiser se decepcionar, sofrer, chorar, rir ou na mais simples expressão ser feliz… Que compre uma passagem para o espaço e vá viver com os ETS. Porque mesmo aos trancos e barrancos, somos e continuaremos a ser até que se findem os dias.. HUMANOS.. DEMASIADO HUMANOS…
Publicado por Malaco em 28/Ago/2009 às 10:40 pm
É tudo igual mesmo ! :-)