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Archive for the ‘Diário & Reflexão’ Category

Pô, lendo as histórias dos outros fiquei com vontade de testemunhar um pouco do que aconteceu comigo!

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alcoolismo2Relutei muito em escrever esse post, pois é um assunto muito delicado, mas acho que é de suma importância relatar casos que fiquei conhecendo.

Não conhecei bebendo cedo, por sinal, comecei beber para me soltar mais e deixar minha timidez de lado nas baladas. Assim, como regra, fazia um “esquenta” antes na casa de um amigo e já ia pra balada “calibrado”.

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Recentemente, recebi um email de um grande amigo feito aqui no blog. Ele participou dos primeiros post e me escreveu dizendo que rumo a vida dele tomou. Se conseguiu superar a dor, como está agora e que há luz, sim, no fim do núvel:

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Antes de entrar propriamente nesse assunto, vou contar a história de um amigo da época da faculdade. Vou chamá-lo de Pedro.

Desde quando ele entrou na faculdade, ele já era diferente. No primeiro ano, se interessou por atividade hacker. Colecionava vírus, trojan, etc em época que o monitor era verde!

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EachOneWithTinyMessages Recentemente me perguntaram se era possível após o término de namoro, se recuperar, voltar a sentir o mesmo sentimento de alegria, amor e não ter medo.

Sim. É possível voltar gostar de alguém sim. Tanto ou até mais que antes.

Sabemos que depois de uma história infeliz, tendemos a não abrir nossos corações, mas quando abrimos temos a certeza que aquilo é verdadeiro.

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o-c-atildeo-de-filhote-de-cachorro-implora-pela-rub-da-barriga--thumb1050983 O grande problema depois de término de um namoro é quando bate a carência. Nem tanto da pessoa, mas de fazer o que faziam antes. Não estou falando só de sexo, mas também, que coisas comuns como ir ao supermercado juntos, dormirem abraçados, entre outras coisas.

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– Muneo, to paranóica com japoneses – disse minha amiga (ex-rolo).
– Como assim? – perguntei.
– Agora acho que só vou me apaixonar por japas – disse ela.
– Tá vendo, quem namora com japa, casa com japa… – repetindo uma vez que tinha dito isso pra ela.
– Mas isso tá fazendo mal pra mim – ela.
– E graças a mim né? – eu, perguntando.
– Uhahahahahha! – longa risada dela.
– Ué, não fui o primeiro japa na sua vida? – eu, surpreso.
– …não foi não, eu era apaixonada por um japa qdo tinha 10 anos… – disse ela.

Essa conversa reforça ainda mais minha teoria de que garotas que gostam de japonês, gostam de qualquer japonês. Basta ter olhos puxados.

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