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Archive for the ‘Leitura’ Category

Por meio de um antigo post, um caro leitor, Sr. Anibal Albuquerque (Secretário-Geral da Academia Varginhense de Letras), questionava sobre a autoria do texto que foi tão erroneamente atribuído a Victor Hugo(Desejos). Sr. Anibal, com a ajuda de Ailton Rocha, conseguiu chegar na versão original do poema Os Votos de Sérgio Jockymann.

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marioprata.jpgLiguei a tv enquanto esperava a água do meu chazinho noturno ferver,  quando vi que o Jô Soares estava entrevistando o escritor Mario Prata.

Sempre gostei muito das crônicas dele. Por sinal, adoro crônicas! Basicamente posso definir que as crônicas de Mario Prata são aqueles contos de buteco. Aquele que, em meio a partida de sinuca, algum bêbado engraçado conta. Imagino sempre Mario Prata sentado com Zeca Pagodinho em um buteco!
Já as crônicas de Luis Fernando Veríssimo são mais polidas, mais humor inglês, mais sorriso Monalisa.

Mario Prata foi no Jô para mostrar seu novo livro chamado Purgatório. Pela entrevista, esse livro tem tudo pra ser muito engraçado!

Mas esse post não foi pra dizer dessa entrevista, foi pra contar um fato que ocorreu a um tempo atrás.

– Alô, gostaria de falar com Jorge Muneo.
– O Muneo não está, quem quer falar com ele? – minha mãe.
– Sou o Mario Prata, o escritor! – esperando que ela o reconhecesse.
– Ele só volta no final de semana – ignorando totalmente quem era Mario Prata.
– Então, tem como me passar o telefone de onde ele está, estou fazendo uma pesquisa e vi o nome dele – depois de um breve silêncio.
– Espera um pouco… – e ai minha mãe passa o meu celular pra ele.

No final de semana:

– Um homem chamado Mario acho que Prata ligou perguntando de você – disse ela.
– Mario Prata???!!!! O escritor?!?!!? – eu, surpreso.
– É, ele disse que era escritor mesmo e que estava fazendo uma pesquisa.
– Mãe, o Mario Prata é um escritor super famoso!!!
– Ah é? Acho que por isso que, quando ele disse o nome e eu não reconheci, ele ficou meio sem graça.

Mario Prata deve ter se sentido um qualquer naquele dia.

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Renato Russo de A a Z

livro-renato_russo_a_z.jpgAtualmente estou lendo o livro Renato Russo de A a Z. O livro é uma coletânea das opiniões de Renato Russo sobre os mais diversos assuntos. Embora eu esteja em “EQUILIBRIO DISTANTE” já deu pra perceber que é uma leitura muito interessante pra quem quer conhecer um pouco mais sobre a história da banda e desse fantástico compositor.

Muitas coisas relativas a banda começam a fazer sentido! Um exemplo? Em 1994, Renato declara que na época do Aborto Elétrico, eles eram meio niilistas. A primeira vista poderia ser uma declaração meio pseudo-intelectual, mas aprofundando-se mais sobre o assunto, percebe-se que o termo niilismo foi popularizado em um livro de Ivan Turgueniev chamado Pais e Filhos! Ou seja, as músicas da Legião são recheadas de referências as mais diversas culturas.

O livro mostra bem as influências que nortearam esse compositor, bem como a vida pessoal. Eu indico essa leitura, obrigatória, pra quem curte Legião!

Depois que eu me apaixonei de verdade, e não deu muito certo, então eu não consigo mais… Eu fico esperando, putz, eu quero sentir aquilo de novo, mas aí, se começa, se o coração bate mais rápido: “Ah, eu não sei se quero isso, não”. Eu acreditei durante muito tempo em amor romântico. Hoje em dia, eu não acredito em amor romântico, não. Eu acredito em respeito e amizade. De repente, sexo e tudo. Ou,então, expressão física. Mas é assim: respeito e amizade. Porque paixão, essa coisa de amor romântico mesmo, acho que traz muito sofrimento e sempre acaba. Você sofre, você fica pensando na pessoa, você não funciona direito….

PS: Antes que ache que mudei de time, continuo curtindo (cada vez mais) as mulheres! Cultura e gosto musical é diferente de opção sexual!

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Carl Gustav Jung

jung_1.jpg
O que faz um cara da área de exatas ler sobre Jung?!?!?

Muitas vezes por não conhecer a fundo o pensamento humano, nós colocamos barreiras criadas por nós mesmos. Criamos problemas e nos auto sabotamos.

Fiz inúmeros testes de psicologia, inclusive esse: Teste Persona Inspiira baseados nos conceitos do Jung e percebi que muito da minha personalidade poderia ser melhorada. Pra começar estou em área totalmente errada da que eu deveria estar. Mas não vou abandonar computação. Gosto do que faço, portanto sabendo minhas qualidades posso canalizar melhor meus anseios e desejos na minha profissão.

Bem, mas não foi por isso que acabei me interessando por Jung, foi por tentar entender os pensamentos que norteiam tanto homem quanto mulher em uma relação. Muitas vezes uma pessoa diz amar outra, mas trai. Então o que há por trás disso? Alguém de psicologia já tentou explicar?

Com esse intuito, acabei chegando a um livro onde o autor, com forte influência junguiana faz uma análise sobre o comportamento feminino. Mas isso não interessa, por hora. O que achei interessante são as teorias formuladas por Jung para explicar o pensamento em geral. Sua divisão, suas características, entre outras coisas.

Esse post não vai falar sobre cada teoria que ele elaborou, mas somente despertar o interesse de quem quiser saber mais sobre ele.

Recomendo fortemente que leia esse link Carl Jung, pois está escrito numa linguagem bem acessível a quem não conhece psicologia(como eu).

Update: Lembrando que o teste aqui citado analisa a persona:

“Nossa persona é a forma como nos apresentamos ao mundo. É o caráter que assumimos; através dela nós nos relacionamos com os outros. A persona inclui nossos papéis sociais, o tipo de roupa que escolhemos para usar e nosso estilo de expressão pessoal. O termo “persona” é derivado da palavra latina equivalente a máscara. As palavras “pessoa” e “personalidade” também estão relacionadas a este termo. ”

Update(26/maio/2007): Nada melhor do que perguntar para um psicólogo sobre Jung. Meu amigo formado em psicologia me respondeu: “Quanto ao jung, sua teoria fala a respeito dos arquétipos, e ele usa muito os mitos relacionados aos deuses do olimpo pra exemplificar o inconciênte coletivo, ou seja, como nós assumimos uma “carapaça”social, a nossa representação do que somos para outras pessoas é um arquétipo, mas não
representa aquilo que somos de fato. Portanto precisamos dessa carapaça para
sobreviver socialmente, é o caso do valentão da escola que assume um
estereótipo de fortão para chamar a atenção, assim como o espertão, o
inteligentão, etc. As pessoas muitas vezes se utilizam desse subterfugio
justamente pra esconder uma determinada característica, muitas vezes
contraria aquilo que ele tenta representar. Por ex.: o machão que
demonstra ser homem com H pra tentar esconder ou reprimir a vontade de
soltar o botão, pra esconder que no fundo ele é uma bichona.
Entendeu? Resumida e simplisticamente falando é mais ou menos isso. Jung
utilizava-se dos deuses romanos para demonstrar como certos conflitos e
sentimentos sempre existiram, e que as pessoas daquela época sentiam (tinham
sentimentos) como as pessoas de hoje, e se nós evoluimos dessas pessoas
guardamos essas características que nos foram passadas.”

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